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Dia&Dia

Na Quinta-feira passada, na conferência de imprensa, após o conselho de ministros, à pergunta do jornalista, se se mantinha o dever geral de recolhimento domiciliário, o primeiro-ministro disse que sim, que se mantinha  e, talvez para não ser apanhado totalmente em falso, acrescentou que sim, que o dever cívico de recolhimento se mantinha.

 

Ora, este, o dever de recolhimento, não mudou só de nome, mudou, segundo os especialistas, de cariz, mudou de obrigação para recomendação e, talvez fosse isto que o primeiro-ministro quis ocultar.

 

É feio.

 

O jogo das palavras.

 

Alguém tirou o tapete ao primeiro-ministro, ao não propor um novo estado de emergência, que cobrisse a última fase do plano de desconfinamento, onde todos os atropelos continuariam a ser possíveis, mas tentar enganar os portugueses, não fica bem.

 

“1. Dever cívico de recolhimento – com o fim do estado de emergência, acaba o dever geral de recolhimento domiciliário, mas o Governo determina o dever cívico de recolhimento. Algo que os constitucionalistas não sabem o que é, pois não existe essa figura jurídica.” In Público

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